O poder do Terceiro Setor: a teoria do agendamento às avessas

Autores

  • Willian Silva Bonfim Universidade Estadual de Goiás (UEG)

DOI:

https://doi.org/10.5216/c&i.v4i1/2.24020

Palavras-chave:

Jornalismo. Responsabilidade social. Agenda Setting.

Resumo

 

Entender o papel dos News Promoters na construção social da notícia, com relevância às fontes como um dos fatores-chave na definição do Agenda Setting, a partir da relação de organismos do Terceiro Setor com o jornalismo impresso, é o objetivo central deste trabalho. A luz do conceito de enquadramento, utilizado por Erving Goffman, o autor analisou uma série especial de cinco reportagens sobre o tema Responsabilidade Social das Empresas, publicadas no jornal O Popular, maior jornal de circulação em Goiás, em dias alternados de abril a maio de 2002. A análise de conteúdo das reportagens sobre Cidadania Empresarial evidenciou o enquadramento apriori engendrado pelo Instituto Ethos e reproduzido por O Popular. O estudo de caso concluiu que é preciso recolocar em xeque o poder do jornalismo, tão aclamado pela Teoria do Agendamento, retomando as questões colocados por Mawell E. MacCombs e Donald Shaw, pioneiros nos estudos de agendamento: "são os próprios media a estabelecer a agenda ou estes apenas refletem uma agenda estabelecida pelas suas fontes de informação?"

 

 

 

 

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Biografia do Autor

  • Willian Silva Bonfim, Universidade Estadual de Goiás (UEG)
    Jornalista, professor da UEG e aluno do curso de mestrado em comunicação da Universidade de Brasília (UnB).

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Publicado

2013-05-03

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

O poder do Terceiro Setor: a teoria do agendamento às avessas. Comunicação & Informação, Goiânia, Goiás, v. 4, n. 1/2, p. 73–92, 2013. DOI: 10.5216/c&i.v4i1/2.24020. Disponível em: https://revistasufg.ojsbr.com/ci/article/view/24020. Acesso em: 9 jun. 2026.