Jornalismo e representação do mundo

Autores

  • Marconi Oliveira da Silva Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)

DOI:

https://doi.org/10.5216/c&i.v8i1.24591

Palavras-chave:

Objetividade. Categorização. Discurso. Fato institucional.

Resumo

Defendemos que o jornalismo produz uma representação e um sentido de mundo, que podem ser tidos muito mais como um trato que um retrato da realidade. Os fatos jornalísticos são formas epistemológicas de organizar o mundo, reforçam contextos de modelos estabilizados e, paradoxalmente, apresentam grande carga de indeterminação e ambigüidade nos relatos dos acontecimentos. Assumimos a teoria da indeterminação do significado como um espaço intrínseco à linguagem e cuja determinação de sentido é fruto de uma construção interativa e discursiva da realidade. Ressaltamos os aspectos que dizem respeito ao próprio modo de produção de sentido pela atividade referencial ao não se admitir que de um lado está a linguagem, e de outro os fatos, e que ao indivíduo - o jornalista - cabe usá-los para um relato darividente e unívoco.

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Biografia do Autor

  • Marconi Oliveira da Silva, Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
    Professor adjunto do Departamento de Comunicação Social da UFPE, doutor em Lingüística e Mestre em Filosofia.

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Publicado

2013-06-12

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

Jornalismo e representação do mundo. Comunicação & Informação, Goiânia, Goiás, v. 8, n. 1, p. 19–25, 2013. DOI: 10.5216/c&i.v8i1.24591. Disponível em: https://revistasufg.ojsbr.com/ci/article/view/24591. Acesso em: 9 jun. 2026.