Narciso, seus novos espelhos e o que Alice encontrou ao atravessar alguns deles

Autores

  • Marcius Freire Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Campinas, São Paulo, Brasil, marcius@unicamp.br

DOI:

https://doi.org/10.5216/ci.v23.65975

Palavras-chave:

Documentário autobiográfico, Narcissismo, Espelho

Resumo

Nos dias que correm, temos presenciado uma eclosão de filmes em que as lutas pessoais, os dramas individuais, os conflitos existenciais vêm ocupando um espaço cada vez mais importante no território do documentário. Sintoma da supervalorização do eu em que está mergulhada a sociedade contemporânea, o coletivo vem cedendo espaço ao individualismo. É sobre as idiossincrasias desse fenômeno que este artigo vai se debruçar.

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Biografia do Autor

  • Marcius Freire, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Campinas, São Paulo, Brasil, marcius@unicamp.br

    Professor da Graduação em Midialogia e do Programa de Pós-Graduação em Multimeios do Instituto de Artes da Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP.

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Publicado

2020-12-22

Edição

Seção

Dossiê Cinema, Mídia e Tecnologia – narrativas e linguagens nas paisagens

Como Citar

Narciso, seus novos espelhos e o que Alice encontrou ao atravessar alguns deles. Comunicação & Informação, Goiânia, Goiás, v. 23, 2020. DOI: 10.5216/ci.v23.65975. Disponível em: https://revistasufg.ojsbr.com/ci/article/view/65975. Acesso em: 9 jun. 2026.