Confiabilidade Inter-examinadores da “Escala de Musicabilidade: Formas de Atividade, Estágios e Qualidades de Engajamento” para validação no contexto brasileiro

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5216/mh.v22.67027

Palavras-chave:

Escala de Musicabilidade: Formas de Atividade, Estágios e Qualidades de Engajamento. Musicoterapia. Confiabilidade inter-examinadores. Validação.Escala de Musicabilidade: Formas de Atividade, Estágios e Qualidades de Engajamento. Musicoterapia. Confiabilidade inter-examinadores. Validação.

Resumo

A “Escala de Musicabilidade: Formas de Atividade, Estágios e Qualidades de Engajamento” desenvolvida por Nordoff e Robbins, tem sido utilizada internacionalmente por musicoterapeutas para avaliar duas categorias presentes em atendimentos musicoterapêuticos: coatividade rítmica instrumental e canto. Para que essa escala seja utilizada no Brasil, é necessário um processo de validação. Escolhemos para esse processo o Modelo apresentado por Herdman, Fox-Ruby e Badia (1998) que prevê 6 tipos de equivalências: a conceitual, a de itens, a semântica, a operacional, a de mensuração e a equivalência funcional. Para medir a equivalência de mensuração da escala, foi realizado o cálculo de porcentagem de concordância e as correlações (tetracóricas) de 5 examinadores sobre 24 trechos de vídeos analisados. Verificamos boa concordância entre examinadores em todos os subdomínios da “Escala de Musicabilidade: Formas de Atividade, Estágios e Qualidades de Engajamento”.

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Biografia do Autor

  • Aline Moreira Brandão André, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, aline.musicasax@gmail.com

    Aline M.  B. André é doutoranda em Música na Universidade Federal de Minas Gerais, tem mestrado em Música (2017) e bacharelado em Música - Musicoterapia pela Universidade Federal de Minas Gerais (2014). Participou de pesquisas nos seguintes temas: protocolo de atendimento, transtorno do espectro do autismo, patologias neurológicas, musicoterapia improvisacional, musicoterapia neurológica e Escalas Nordoff Robbins.

  • Cristiano Mauro Assis Gomes, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, cristianomaurogomes@gmail.com

    Doutor em Educação - UFMG, Pós-Doutor em Psicologia Educacional, Universidade do Minho, Portugal. É Professor do Departamento de Psicologia da UFMG, Professor do Programa de Pós-Graduação em Psicologia (UFMG e do Programa de Pós-Graduação em Neurociências (UFMG). Coordenador do Laboratório de Investigação da Arquitetura Cognitiva (LAICO). Bolsista de Produtividade nível 2, CNPq.

  • Cybelle Maria Veiga Loureiro, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, cybelleveigaloureiro@gmail.com

    Bacharela em Música; Graduação em Musicoterapia – Iowa University-EUA; Mestra em Música –EM-UFMG; Doutora em Medicina – FM-UFMG. É professora associada e Coordenadora da Habilitação-Musicoterapia ESMU-UFMG, Professora da Pós-graduação em Música da ESMU-UFMG e Neurociências – ICB-UFMG.

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Publicado

2022-09-09

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

Confiabilidade Inter-examinadores da “Escala de Musicabilidade: Formas de Atividade, Estágios e Qualidades de Engajamento” para validação no contexto brasileiro. Música Hodie, Goiânia, v. 22, 2022. DOI: 10.5216/mh.v22.67027. Disponível em: https://revistasufg.ojsbr.com/musica/article/view/67027. Acesso em: 19 jun. 2026.